O FUTURO DAS EMOÇOES

O FUTURO DAS EMOÇOES

EVA ILLOUZ

Preço:

14,94€ 16,60€ [Entrega Imediata] Info de entrega
10% de desconto

Psicologia

ISBN: 9789896449827

Editora: TEMAS E DABATES

Ano/Mês: 2026/7

N.º de Páginas: 142

PRÉ-LANÇAMENTO — RECEBE A 09 de julho de 2026

Sinopse

Ao encenar imitações da vida emocional, a tecnologia converte emoções em lucros extraordinários para uma minoria. A tecnologia é convencionalmente vista como desumanizante. No entanto, como Eva Illouz demonstra neste livro conciso, a tecnologia tornou-se singularmente emocional, explorando e suscitando continuamente uma grande variedade de emoções. Desde emojis, GIF e «Gostos», até influenciadores, aplicações de meditação e mundos virtuais, a tecnologia imita e amplia cada vez mais a vida emocional, convertendo sentimentos em dados quantificáveis e gerando lucros extraordinários. O tecnocapitalismo extrai valor do eu e da subjetividade, transformando a energia emocional em capital. Esta intimidade maquínica entre humanos e tecnologia integra economia, cultura e psicologia numa única matriz, fazendo das emoções os novos canais económicos do tecnocapitalismo. A emocionalização da tecnologia tem efeitos profundos: a perda da experiência, a solidão preenchida por interações e lazer vividos por outrem e a substituição da realidade pela performance da autenticidade. Através de uma variedade de exemplos, Illouz explora os mecanismos através dos quais o eu emocional se tornou o principal recurso económico do capitalismo, um mundo em que os nossos sentimentos passam pelas máquinas e são por elas fabricados, medidos e vendidos. «O Futuro das Emoções é uma breve e gratificante exposição de perspetivas poderosas sobre o crescimento vertiginoso da exploração dos sentimentos em troca de dinheiro. Com este relato abrangente e imparcial sobre a forma como os tecnólogos suscitam, moldam e colhem material emocional, Illouz delineia os perigos que se colocam à democracia quando a autenticidade substitui a realidade e a experiência vivida se transforma numa solidão sobrepovoada. Sem um guia tão perspicaz, tropeçaríamos às cegas num futuro cheio de sentimentos comoditizados.» Allison Pugh, Universidade Johns Hopkins